Crônica: São Paulo, a Grande Metrópole Brasileira

São Paulo, a Grande Metrópole Brasileira




Em São Paulo tudo acontece. De uma hora para a outra, é um que morre aqui, outro que nasce ali, outro que sofre algum acidente por acolá ... Tudo, mas tudo mesmo acontece em São Paulo, a grande metrópole global. 

Para todo lado que você olha há prédios. Prédios são o que menos faltam na cidade paulistana: prédios de grandes empresas, de residências domiciliares ou até mesmo prédios públicos. 

Carros e mais carros invadem a grande metrópole, trazendo trânsitos generalizados em toda a parte.  É só você perguntar a qualquer paulistano: "Qual o seu maior pavor?", com certeza a resposta será os trânsitos da capital. Eles prejudicam muito o tempo da população que, para não se atrasar pro trabalho, ou pega um atalho ou sai mais cedo de casa.Mas também esses carros trazem muitos benefícios para as pessoas, como por exemplo, o lazer com a família aos finais de semana. 

São Paulo também é cercada por favelas. Muitas delas não são "favelas do tráfico", assim como as do Rio. Mesmo por não serem áreas de muitos traficantes ou qualquer outra coisa do tipo, toda a população sente o perigo de morarem em uma cidade rica como essas.

O paulistano não tem sossego a nenhum momento. Na sua semana, a rotina é muito simples: acordar, se arrumar, levar as crianças para a escola e trabalhar. A rotina de todos é assim, sem espaço nem para o tempo de almoço, que na maioria dessas horas fica por conta de um fast-food. O único tempo livre que se tem é nos finais de semana, mais especificamente no domingo (em sua grande maioria). Alguns passeiam com a família até o shopping, ao parque, ao museu, e a vários outros lugares. Outros preferem tomar uma cervejinha e assistir ao seu futebol. 

Na capital paulista, as indústrias são predominantes. Essas indústrias jogam produtos tóxicos, poluentes e gases dentro dos rios, os grandes patrimônios que temos até hoje. A poluição corre solta através dos poluentes que as indústrias soltam, mas também os ônibus, caminhões ou até carros e motos ajudam a poluir a atmosfera. Por essa poluição, a grande maioria da população apresenta doenças respiratórias, como a rinite, asma e bronquite. É muito difícil achar uma pessoa que não apresenta nenhuma dessas doenças. 

A população sofre muito por causa de todos os problemas da grande capital, mas amam a cidade em que vivem, sentem um grande carinho por ela. Todos precisam ajudar a preservar as coisas que temos de mais importantes na nossa metrópole. 

Posted By: Grillo

Crônica: Vida de Guerras

Vida de Guerras


Meu nome é Larry Winton, moro na Síria a 3 anos. Vim para cá quando tinha apenas 10 anos. Papai e mamãe sabiam que o país era violento, mas vieram a trabalho.

Sou estudante, mas aqui quase não há aulas, pois o país vive em guerras. Tenho medo de perder minha mãe e ficar abandonada nesse mundo sem paz. Todos os dias lembro de meu pai que foi violentado num desses confrontos. Rezo todos as noites e peço para que um dia possamos sair daqui.

Passei minha infância em Portugal, minha vida era muito melhor lá: eu possuía amigos, ia a escola todos os dias, me divertia muito. Minha vida agora é apenas um feijãozinho com arroz no almoço e miolos de pão no café, mas mesmo assim agradeço a Deus por isso. Não consigo dormir, tenho muito medo. Acordo todos os dias na esperança que um dia eu possa sair desse lugar cruel.

Todos os domingos há uma missa perto de onde eu moro. Tenho certeza que com fé toda essa guerra acabará e a paz voltará.

Eu aproveito todos os minutos da minha vida, ao lado da minha mãe, porque sei que esses momento podem ser os últimos da minha vida. 

O ditador que comanda a Síria não liga para nós. Nós nos viramos do jeito que dá, é cada um por si. 
Essa é a minha vida: cheia de conflitos, turbulências e perdas, mas ainda sei que posso ser alguém melhor no futuro.


Posted By: Grillo

Poema: Amigos

Amigos




Fácil tê-los, fácil perdê-los...
Quando têm, ou mudam de escola
Ou repetem de ano, em todas as provas fazem "cola"
Quando perdem fico triste e inconsolável.

Um bom amigo é que
Não tem vergonha de você
Mesmo com seu estilo de viver
E nunca mais te esquecer.

Um bom amigo que 
Sempre compreende
Fica feliz em te ver contente.

Isso é um bom amigo,
Que sempre estará comigo,
Fácil tê-los, fácil perdê-los...


Posted By: Mr. Hades

Crônica: A Vida na Rua

A Vida na Rua



Meu nome é Jeferson, tenho 14 anos. Moro na rua Dois, não tenho família. Eu sou um menino negro, baixo e magro.

Quando sinto fome, vou pedir pão em uma padaria, normalmente eles me dão pão velho, ou fico vasculhando o lixo, procurando algo para comer.

O que mais me preocupa é alguém, por maldade, coloque fogo em mim ou me matar quando eu estiver dormindo. Eu durmo no chão duro e gelado das ruas.

A minha infância eu não desejo a nenhuma criança. Quando eu era recém-nascido, minha mãe me abandonou em uma bolsa. Uma mulher cuidou de mim por algum tempo, mas morreu quando eu tinha 9 anos, então fui parar nas ruas.

Eu gostaria de mudar no mundo é a maldade das pessoas, porque se não fosse por isso, eu não estaria nas ruas.

Eu já vi e vivi tantas coisas, que hoje eu não tenho medo de mais nada. 

Posted By: Sheamus

Auto-Biografia: Sheamus




Meu nome é Sheamus, nasci no dia 13 de setembro de 2001. Depois que eu nasci, a vida do meu pai mudou, porque ele parou de fumar.

Eu fui crescendo, e me apaixonando pelo futebol e pelo Corinthians. Quando completei 7 anos meu pai me colocou em uma escolinha de futebol. Lá eu fiz muitos amigos e disputei vários campeonatos, ainda hoje disputo-os.

Em 2012 eu entrei no Instituto Batista, no começo foi meio difícil me adaptar, mas depois eu fiz muitos amigos como o Victor Schumacher, Davi, Wesley, Ryan, e outros. Eles me ajudaram na adaptação e estou aqui até hoje.

Esse ano, entrei no 7º ano e fiz mais amigos, como: o Ruan, a Safira, a Kauany, o Lucas, o Klaus e o Bruno.

Sou bom aluno, mas em algumas disciplinas eu tenho um pouco de dificuldade, pois são matérias difíceis.

Sou uma pessoa que gosta de me divertir e brincar com meus amigos e não gosto de ficar triste.


Posted By: Sheamus

Personagem: O Veloz Andarilho

O Veloz Andarilho


Sou um utilitário com 4 rodas, air bag, cabine dupla e amplo porta malas. Moro em uma grande garagem com ligação que dá na casa do meu dono:

Meu dono me dirige todo dia indo para o trabalho, já eu, já estou fazendo meu trabalho. O meu dono não me respeita muito, uma hora um arranhão ali, depois um amaçado aqui, mas no final ele sempre acaba pagando meu concerto. É sempre assim, as vezes não me sinto bem por fazer meu dono pagar multas de alta velocidade, estacionar onde não devia, mas se parar para avaliar, a responsabilidade é toda dele, um dia ele vai acabar perdendo a carteira de motorista e não vai poder me dirigir, isso me preocupa.

Outra coisa que me preocupa também é o excessivo uso do petróleo, matéria prima da gasolina, que é o que me traz a vida, mas, pensando bem, tem tantos carros inovadores que andam a hidrogênio, eu posso virar um deles!

Meu maior sonho é trocar os meus pneus, eles estão carecas e as vezes me fazem derrapar e passar vergonha na frente de outros c arros, e isso me chateia! E também eu queria que meu dono fizesse umas aulas de pilotagem, porque na hora de me ligar ele vive me afogando!

Posted By: Gohan

Personagem: O Caderno

O Caderno


Olá! Eu sou o caderno, sou um caderno muito inteligente, mas algumas pessoas se aproveitam dessa minha inteligência.

A algum tempo atrás eu morava na pratilheira de uma livraria, dai meu dono me comprou e me colocou em sua mochila.

Ele não tem muito cuidado comigo, me joga em sua mochila e lá vamos nós para mais um dia de luta.

Já me perguntaram o que eu faço da vida, bem, não posso dizer muita coisa, meu dono não é um aluno muito estudioso, então vivo recebendo anotações e reclamações, não gosto muito disso, mas fazer o que, infelizmente não posso fazer nada para mudar isso.

Bom, o que eu posso dizer é que minha vida não é nada fácil.

Como meu dono não é muito atencioso, o que mais me preocupa é ser esquecido em baixo da carteira e ficar lá para sempre.

Eu queria mudar uma coisa no mundo, como eu acho que sou um caderno muito bom, me promoveria a dono, uma pessoa mais calma e mais atenciosa, não aguento mais receber anotações.

Até que minha vida não é tão ruim, quando eu e meu dono chegamos em casa, fico com os outros colegas lá no armário, mas não pense que é tudo calmo não, pelo contrário, eu e meus amigos presenciamos várias brigas por notas baixas ou reclamações, não importa o que for, sempre tem brigas.

Mas além de tudo eu gosto da minha vida, pois acredite se quiser, poderia ficar pior.


Posted By: Júlia